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  A calçada da fama... Que baiano é presepeiro não há dúvidas, mas não é assim de qualquer jeito, a presepada tem que ter requinte... Por exemplo, parece que a música foi feita pra gente e dois anos de abstinência de carnaval subiu pra cabeça de todo mundo e agora no verão, oxi, carnaval já começou faz tempo, vu? Tá todo mundo em pleno carnaval, ou se sentindo, ou se achando e isso vai de mamando a caducando. Se der uma volta na Barra você escuta a babel, vááários idiomas, todos bem vindos, é claro... Eles ajudam e muito, tanto no consumo de bens e serviços quanto no aluguel por temporada. Aqui no prédio eu estou cheia de vizinhos novos, já no dia 31 quando ia ao mercado encontrei duas moças e um rapaz na casa dos seus vinte e poucos anos esperando o portão ser aberto para, purucutuf, adentrar o prédio e eu de bom dia, boa tarde, boa noite, nem sempre nessa ordem, obviamente... A prefeitura desde 2022 vem trabalhando nas calçadas desde lá de cima, do Largo   e veio des...
  Indelicada, porém honesta. Repararam bem que a vida moderna está repleta de indelicadezas? Num pequeno delírio parece que a humanidade colocou um chip depois dessa pandemia. O egoísmo se tornou mais egoísta e a vida se gasta com pequenas insinceridades cotidianas. A vida está difícil, sim, complicado lidar com pessoas que fazem você acreditar nelas e só nelas porque o outro não tem importância. Não é caso a ser estudado, é a realidade, é fato. Há um provérbio chinês que diz “não há que ser duro, há que ser flexível”. Felizmente minha flexibilidade (até hoje) tem garantido a minha sobrevivência. Ouço de Pitty a Odair José e juro que não estou esperando alguém para ficar comigo, mas pra me tirar desse lugar! Aprendi a não esperar mais nada. E minha paciência está no limite. Salvador virou uma selva e o Porto da Barra não é nada seguro, mas muito mais gostoso que as praias de Trancoso. Tá é tempo novo, Lula voltou, mas como se curar quando o país está adoecido? De cabo a...

Guerras

    Habitou-me um grito aflito de sufoco desmedido Eu que já não sei quem sou Também desconheço os mares que habito Ondas sonoras ressoam o caos mundano Mutilações abismais dançaram tarde afora Algum lugar em mim roga: Leva-me embora daqui Aonde haja paz, anjo e canto de bem-te-vi Levam-me pra a casa aonde adormecem os ipês Aonde quimeras inauguram a primavera Leva-me aonde há vigílias de luzes azuis Como os vagalumes resplandecem sua tímida luz Traga-me um violeiro e um reino encantado Viola, poesia, aroma delicado Pela tarde o som do caos arrancou a minha sobra de razão Enlouquecida a minha ternura transformou-se em confusão Assim jaz a paz.   Alyne Costa, 22/09/2022

Biba Lagartixa

 Quem mora ou frequenta das bandas do Campo Grande, passando pela Vitória e Graça, com certeza já se bateu com ela por aí... Elegante, com seu corpo de manequim italiana e sua baianidade exibida em seu turbante e no seu carismático rebolado. A conheci alí na Euclides da Cunha, na esquina do Carlos Crivelli quando ainda existia a Banca Fróes, o ano exato não sei, mas foi quando a moeda de 1 real valia muito. Passei na banca pra comprar cigarro e ela estava lá armando o maior fuzuê, naquele tempo era mais arrojada, me pediu uma ajuda e alguém tentou atrapalhar lhe dando algum valor em papel ao que foi categórica; "-Não quero! Quero o dela porque o dela tem axé!" E lá se foi meu um real, depois passou um tempão sumida e rolou o boato que havia falecido (biba morreu, biba morreu!), fiquei triste pra caramba até que um dia a encontrei e ela me gritou: "-Ó não morri não, jogaram água quente no meu ouvido, mas eu tô viva!" Fiquei aliviada... E, de fato, a marca da queimadu...

O Daniel Lisboa, Véi.

 Recapitalando as histórias de buzú, tem um que merece um capítulo a parte, antes de entrar nos intermunicipais... O lendário Daniel Lisboa que conduzia a galera de Brotas pra Barra e circunvizinhanças. Quem estudava na UFBA no PAF ou Vale do Canela tinha que se valer do Daniel Lisboa que era um buzú vazio e seleto, só usado na falta de outra alternativa dada a demora e horário reduzido. Só passava de hora em hora (quando não atrasava!) e eu pegava e saltava na Vitória para ir paletando até a FADUFBA, na volta era a mesmíssima coisa. Felicidade era encontrar os colegas que estavam em outros cursos e que há tempos não via. Também era o Daniel que nos levava pro Porto. Certa feita, eu, Daniela e Rachel Ornellas resolvermos ir de tarde pro Porto. Sol a pino, pouca grana e ficamos lá na água saboreando o que só o Porto da Barra tem. Branquelérrimas, tomamos de vez todo o sol do mundo e voltamos no mesmo buzú de saída e biiquini, sem nenhuma abordagem indesejada, mesmo porque naqueles v...

Zé Bernardo

 O primeiro "maluco" que me vem a mente é Zé Bernardo. Assim mesmo, com nome composto, com direito à dignidade pelo menos no nome pelo qual era conhecido. Deveria ter uns 04 anos quando o conheci andando pelas ruas com suas roupas rasgadas, suas feridas que lembravam um São Lázaro, cobertas por tiras de tecido e uma toca de nylon amarela daquelas que se colocava verduras na feira prendendo seu cabelo ensebado. Zé Bernardo tomava banho num bueiro e pouco lhe importava o mau cheiro, ali sentava-se, rolava e lavava o cabelo. Ninguém tinha medo dele posto que inofensivo, doce e  sorridente. Só era sujismundo, tanto, que sua pele não se definia... Todos brincavam com ele, davam-lhe sobras de comida, um pouquinho de farinha, um pouquinho de arroz num saquinho, sendo mantida a distância necessária. Não sei onde morava e creio que ninguém saiba mais pois são incertezas que os invisíveis parece trazer tatuada no DNA! Se Zé Bernardo sabia ou não sabia eu também não sei... Só  sei q...

Outra vez Bandeira

 Eu ia começar hoje aquela história dos malucos beleza, mas veio a lembrança  de um poema de Bandeira. "Havia um bicho na imundície do pátio." Veio a lembrança da frase: "Só os loucos dizem a verdade" de Oscar Wilde "Um dia pretendo tentar descobrir porque é mais forte quem sabe mentir..." "Aquele bicho, meu Deus, era um homem." "Se fosse só sentir saudade..." Tá frio e eu tô afim de um dejavu. Alyne Costa

A Blitz no Buzú

 Carambolas, só quem já passou por uma blitz no buzú naqueles anos 90 sabe o que é adrenalina. Quem inventou essa história deve ter sido a maledicta (desculpa, moça) Kátia Alves porque isso foi na época do ACM, o Vô. Lá ia eu voltando do Vieira naquele Comércio R2 da Sulamérica,foi quando a Ipitanga faliu e perdeu o monopólio das linhas de Brotas, me achando a própria turista porque o azulzinho fazia uma viagem. Eu pegava quase umas 20:00h na lateral do CAV, companhia mesmo só da galera de Brotas e de Ednilson que pegava Rua Direta pra ir pro Uruguai. Ei de confessar que Ednilson (Atual Bigu) me dava uma certa segurança. O buzú tava passando perto da entrada pra Santa Cruz quando de repente, não mais que de repente, o motô parou e a polícia entrou e botou os homens pra descerem do buzú, a galera toda de costas, mão na parede, pro baculejo, quem não teve uma boa história com esse negócio foi Marcão meu amigo, mas isso já outro livro. As mademoseiles ficavam sentadas e eram delicadam...

O que mais além de um Deus?

 Quando o Meu Coração Se Tocou   Primeiro foi Mariana e Brumadinho Mas eu não me abalei porque não tinha Urânio Depois foi o frio nas ruas de Sampa Mas eu também não me abalei por ter agasalho às pampas Veio o Padre Lancellot, a Santificação de Irmã Dulce Mas eu também mandei às favas por em nada acreditar Depois surgiram os ataques e a intolerância religiosa  Mas eu também não me importei Finalmente eu  percebi que as pessoas haviam se transmutado em senhas E não havia nada que eu podia fazer, além de entregar tudo a Deus! Alyne Costa 31/05/22
O Frescão e o Litoral Norte Naqueles tempos “frescão” já era uma palavra ambígua, mas, como eu não quero arrumar confusão, vou deixar claro que estou me referindo ao buzú com ar condicionado que circulava pela Salvadorcity, lá nos fins da década de 80 e início de 90, nada contra os frescões, jovens ou não, resta claro! Matemático que o “frescão” não tinha um valor nada fresco e só passava em locais pra “inglês” ver, mas eu tinha alguns amigos de linhagem nobre, que me permitiam, vez por outra, ir dar um passeio pelo “frescão”. Podíamos ir nessa viagem classe “A” ao aeroporto, Iguatemi (o atual Shopping da Bahia), Praça da Sé ver o Elevador Lacerda. Naqueles tempos o Pelô ainda era o Pelô, o Olodum ainda não era Olodum e o Pelô, ai aiai ai, tá tudo certo na Bahia, apesar de chuva todo dia... Aí a vantagem do “Frescão” era que além de ter poltronas confortáveis, ar condicionado, passava pela orla, ainda cheia de coqueiros, não reclamávamos da viagem que durava um século justame...

A Inédita

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 Eu queria estar agora... Na Floresta Amazônica... Tomando uma coca cola... Ou talvez uma água tônica! Alyne Costa 30-05-22

Davi e os Anjos

 Era uma vez, vejam vocês, um pequenino menino chamado Davi. Davi cantava, dançava, pulava e corria. Corria daqui e pulava dali! Cantava de lá e dançava de cá! Davi era alegre em todo lugar! Três anjos muito fortes e elegantes olhavam sempre por Davi, a tristeza nunca chegava por ali. Davi conhecia a história de Maria a mãe de Jesus e cantava para que nenhum homem sentisse o peso da cruz. E lá se ia Davi a cantar: Avéa, Véa, Fé, Maria! E o mundo de Davi com seus três Anjos era só alegria. Anjo de curar dodói, Anjo de dar comidinha à criança pobrezinha e Anjo de desenhar a pintinha da Dindinha! E todo Davi é gigante não importa a religião e Davi ensinava que para aprender a grande lição, a gente tem que dar a mão, amor, calor, abrigo e proteção. Entrou na asa de São Miguel, saiu na asa de São Rafael, o Rei Davi mandou avisar que a barata não tem sete saias de filó pois é mentira da barata: Ela tem é uma só. Alyne Costa, 22/05/22

Beleza Rara

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  Olhos de mel ou turquesa? Aonde brilha a tarde o sol da meia noite? Em ti fez habitat toda beleza... E em meu peito febril mora o açoite...   Em que idioma traduz seu amor? Quantos tostões custam meus sofrer? Sua amplidão me remove a dor. Meus olhos só são olhos pra te ver.   Turca ou síria, rara é tua beleza.  Canta e baila sobre meu temor. Meu caminhar é realeza e roga amor. Feito menino sem caderneta de papel e sina. Desatino a fitar-te e meu eu quase desatina. Que meu verso não tem cor nem te alucina. Alyne Costa, 16/05/22  

Amanhecida

 Em mim moram muito mais que vendavais Sou uma cascata orvalhada dos lírios brancos que me esperavam na esquina Um patinete movido à gasolina Na trança colorida da menina que pulou a mina Sou fonte, árvore, brisa, canção Sou verbo, flor, forte, fonte Uma canção no coração do ateu Da flor: Um novo horizonte. Alyne Costa, 11/05/2022

Ponto de Partida

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  Era uma vez dois menininhos iguaizinhos, Pedrinho e Luquinhas. A única diferença estava no coraçãozinho: o de um mais molinho, o de outro mais durinho, um brincava de índio e o outro, de soldadinho. Estudavam brincando, cantando, dançando e o pião rodando. Adulto não é capaz de botar o pião no chão, oi lá vai, lá vai, lá vai, lá vai o botijão no chão. Acontece que na escola desses menininhos havia vários brinquedinhos: totó, dominó, peteca e boneca. Tanta boneca: Gigi, Gege, Jojo e Juju, Sissi, Suzy, Barbie e ela que morava numa ilha: Emília, Emília, Emília! Mas Emília, era outra estrutura: Nasceu de uma caixa de costura: Oh, como no ponto de partida a vida do adulto é dura! Acontece que na escolinha de Pedrinho e Luquinhas havia algo de cortar o coração, dois meninos legais que eram chamados de “Lerdão” e “Patetão”. Eles só tinham como amiga uma menininha fofinha e um menino menor e “Lerdão” namorava uma batatinha de cabelo igual cenourinha e muito comilona e PLOFT: ...

Aurora, a Menina que não conhecia o Zé Gotinha

 Aurora é uma linda menininha de rosto redondo feito bolachinha. A bela menininha, com olhos de gatinha, adora desenhar com todas as cores e chupar bala de todos os sabores, dos mais coloridos aos mais deliciosos sabores. A Avó de Aurora que ama muito a menininha lhe deu de presente uma ratinha de roupa pretinha e vermelhinha e Aurora achou uma gracinha. Mas a Avó de Aurora ficavz muito zangada e chateada e pensava em lhe dar uma bela palmada: Muita bala, o dente estraga! Um belo dia Aurora falou: -Eu quero colorir, mas o mundo não tem cor, eu estou meio doente. Não estão vendo gente? Levaram aurora para o Hospital onde Aurora que estava muito doente foi apresentada a um boneco sorridente, uma gracinha: O Zé Gotinha! Todos ficaram felizes para sempre pois dia após dia, Aurora era vacinada e o chefão da história quanta doçura: O Zé Gotinha, o rei do país da gente, da criança vacinada e contente. Entrou na ponta da língua, saiu no bico da seringa, o rei mandou dizer que parasse de ma...

O Circular e o Passe escolar

  O Circular e o Passe Escolar O primeiro circular de Salvador surgiu aproximadamente por volta de 1982/83, saía do Campo Grande para a Praça da Sé e vice versa, a Estação da Lapa estava em fase de acabamento, mas a Ipitanga estava lá firme e forte levando todo mundo para Brotas. Aonnnnnde que Brotas ia ficar de fora? E, foi mais ou menos nessa época que surgiu o passe escolar, vinham em cartelas e eram destacáveis o que facilitava enormemente a sua função ambígua, ou seja, não servia apenas para pagar o buzú, rolava roleto de cana, algodão doce e ameduins (torrado ou cozido). Naqueles idos era uma viagem longa sair do Garcia pro Campo Grande e pegar o circular pra saltar na Lapa e da Lapa pegar outro pra chegar lá na Cruz da Redenção. Muita fome, muito sono, muita sede, muito enjôo... E a Ipitanga estava lá com seu ônibus laranjão de letras pretas: IPITANGA. O circular era branquinho com detalhes azul e vermelho. Nessa época em que já saíamos sozinhas da escola íamos em ba...
 Os Irmãos Tralalá Era uma vez Valentim e Vincent, com 5 e 2 aninhos, de cabelos vermelhos como tomatinhos e olhos azuis como gatinhos. Valentim, já grandinho, já ia para a escola como um atleta: de bicicleta. Vincent que nasceu durante a pandemia do Covid 19, com a prova dos nove ainda não mexe, ia com um dos pais para a creche. Filhos de mãe brasileira e pai dinamarquês, uma dupla da pesada, gostavam muito, nas brincadeiras de fazer zoada como só, por isso viraram os Irmãos Trololó. Valentim gostava de batucar, pra lá e pra cá, pra cá e pra lá, mesmo que para isso pegasse uma colher e uma vasilha de tapeware. Bac Bacum Babá, lá estava ele a batucar. Vincent que gostava do irmão imitar, não conseguindo fazer batucada, preferiu assoprar. Fitfiufiu, quando vou conhecer o Brasil? E tudo virava apito, até o lego, se acredito! Se achava uma caneta, muito cuidado, virava corneta! Uma bela manhã de outono, ainda cheio de sono, ao sair de seu prédio, pois ir pra escola não havia remédio, ...

A Casa da Velhinha Neném

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  Era uma vez uma velhinha muito limpinha, boazinha e alegrinha. Talvez por ser bem miudinha era chamada por todos de Neném. Dois menininhos Zezinho e Lucinha foram molhar na casa da velhinha que era sua avozinha. A Vovó deu para cada um uma canequinha para bem cedinho irem até o curral tomar leite da vaquinha. A casa da Avozinha era uma gracinha, limpa, com luz de fifó e muitas frutas, galinhas, água de pote, moringa e melaço de cana para todos os netos, bisnetos e sobrinhos se lambuzarem o ano todinho. Havia um lampião e um grande rádio de pilha, que toda cheirosa e bem vestida, a velhinha ouvia  a missa de Aparecida. E fechava seus miúdos olhinhos, os lábios dava um sorrisinho e a velhinha pedia por cada menininho. Um dia assim, meio desses tristinhos, tiraram da avozinha os menininhos. Mas para que as flores e as gargalhadas nascessem todos os dias no varandal e no quintal da velhinha, sempre com seu sorrisinho, Papai do Céu lhe abençoou com cada netinho! E seus netinhos n...

Luisinho e Laura

 Era uma vez Luizinho que não era irmão nem do Zezinho, nem do Huguinho e sim de Laura, uma menina que gostava muito de se intrometer nas brincadeiras do irmão, até soltar bolas de sabão. Luizinho tinha quatro anos e se achava já um homenzinho, amoroso e cuidadoso, estava sempre atento às peripécias da irmãzinha. Em sua cidade foi inaugurado um parque de Dinossauros, no mesmo dia, Luizinho exigiu de seus pais que deveriam fazer um passeio para ver se encontrava algum Dinossauro chamado Lineu porque era assim que sua irmã nomeara seu dino da Silva Sauro de brinquedo. Num ensolarado dia de domingo pela tarde, os pais das crianças resolveram satisfazer o sonho do menino que usou sua fantasia de homem aranha para a mais nova façanha. Laura quis ir vestida de bailarina, parecia uma boneca malina. Quando chegaram no parque havia um muiiiiito grande que chamava atenção por ter olhos vermelhos, braços bem menores que as pernas e bocão aberto. A menina pediu ao pai que a pegasse no colo par...