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 Féretro Nesse sol de setembro que nasce Tenho a solidão que escolhi Rabisquei-a a grafite Muros pinchados Bilhetes rasgados Segredos em notas O muro alto me transporta Nua, abro a porta Me deleito noparapeito da janela Namoro a lua, a rua e durmo entre gritos atônitos e sorrisos mudos Creio que meu amor foi embora mundo afora E nesse rumnar da saudade do que não foi vivido Sou espectadora do frio silêncio Dos domadores de lobas Alyne Costa, setembro de 2026