A Pele



Ainda sangra a pele exposta
Pele que não me pertence
O sol é o alimento primeiro
As seivas, sustentáculo
Atravessa meu peito um gemido
Sou colorida bastante
Tenho um certo ar de felicidade
O coração já não é o mesmo
Acelerado com a cidade
Agora hei de ter cuidado
Hei de bailar nua nos abismos
Ouvir conselhos e fazer preces
Oração, meu agradecimento
Já que não sou só lamento
Quero pular carnaval!

Alyne Costa 10/12/13

Comments

Nal Pontes said…
Oi, Alyne, Linda poesia, a pele, muito bom. Parabéns. bjsss

Popular posts from this blog

Eu Quero a Esperança!

O Amor Sem Bordas