Ao Poeta das Fadinhas
Plugada, Alyne Costa2003, acrílica sobre tela
E hoje duendes e fadinhas não me acompanharão
Hoje o poeta enlouqueceu e seus versos soltos nada me trazem das velhas canções
São entorpecentes seus desejos
E nada me diz sua voz arrancada a quatro céus
A quatro foices sem martelo
E à fina flor da minha angústia me emudeço
Emudecida, cedo assim, assistindo mansamente as vinte estrelas desta tristeza.
Para Rose setembro de 1991
Comments
Um abraço,
JEN
Que Profundo...
Priks
Obrigadinha por me linkar...
Beijinhos
Prisci