CARNAVAL
Havia um tempo em que alegria era inocência.
Atrás da máscara a face da verdade.
A sede da liberdade.
Soltando amarras.
Soltando o riso.
Soltando a essência.
Hoje, não há máscaras.
As máscaras são autônomas, perenes.
Hoje a festa busca o capital.
E prende a alegria.
Segrega o riso.
Dilacera a essência.
Mas ainda assim, eis a festa.
Completa.
Real.
Viva!!!
Eis a festa solitária dos que ainda brincam um carnaval.
Alyne Costa
7 de fevereiro de 2002
Atrás da máscara a face da verdade.
A sede da liberdade.
Soltando amarras.
Soltando o riso.
Soltando a essência.
Hoje, não há máscaras.
As máscaras são autônomas, perenes.
Hoje a festa busca o capital.
E prende a alegria.
Segrega o riso.
Dilacera a essência.
Mas ainda assim, eis a festa.
Completa.
Real.
Viva!!!
Eis a festa solitária dos que ainda brincam um carnaval.
Alyne Costa
7 de fevereiro de 2002
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