Insignificado

Não sei guardar poemas
Não sei organizar
Não sei metrificar
Não sei rimar rima com lima
Escrevo, assim, num canto qualquer de papel de amendoim torrado,
meu verso guardado,
moído,
transmutado.
Jamais insignificado.
Alyne Costa
De cá de dentro, bem do fundo do meu mundo, do que há de mais profundo, morimbundo, num segundo. Apenasmente reticente e inconsequente, paulatina e veemente, pela mente e plenamente. Sem querer e só por ser o que há para deter, toda dor que me habita, ora afoita, ora aflita. Todo verbo que reparte, ora Vênus, ora Marte, Cafundó de qualquer parte!
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vim via Poema Dia.
té mais.