Aninha, menina sem fita
Sem doce no bolso
Sem roupa bonita
Sem sapato novoSem festa, nem bolo
Sem boneca estrela
Sem Walt Disney
Sem valsa de 15 anos
Sem choro nem vela
Que mais querer, Aninha?
É tua toda a Primavera.
Alyne Costa, poesia de 2004
De cá de dentro, bem do fundo do meu mundo, do que há de mais profundo, morimbundo, num segundo. Apenasmente reticente e inconsequente, paulatina e veemente, pela mente e plenamente. Sem querer e só por ser o que há para deter, toda dor que me habita, ora afoita, ora aflita. Todo verbo que reparte, ora Vênus, ora Marte, Cafundó de qualquer parte!
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